Inteligência Artificial

A ressurreição digital com bots e humanoides está mais próximo do que imaginamos

A startup Nectome vem se dedicando à preservação do cérebro, pensando na possível extração da memória após a morte. Para que isso aconteça, no entanto, o órgão precisa estar “fresco”, o que significaria que a morte teria que acontecer por uma eutanásia.

O objetivo da startup é conduzir os testes com voluntários que estejam em estado terminal de alguma doença e que permitam o suicídio assistido por médicos.

Enquanto alguns pensam em extrair a mente de um cérebro, outras empresas optam por uma “ressurreição” mais simples, mas não menos invasiva. A empresa Augmented Reality, por exemplo, tem como objetivo ajudar pessoas a viverem em um formato digital, transmitindo conhecimento das pessoas de hoje para as futuras gerações.

O fundador e CEO da empresa de computação FlyBits e professor do MIT Media Lab, Hossein Rahnama, vem tentando construir agentes de software que possam agir como herdeiros digitais.

“Os Millennials estão criando gigabytes de dados diariamente e nós estamos alcançando um nível de maturidade em que podemos, realmente, criar uma versão digital de nós mesmos”, conta.

A Augmented Reality alimenta um mecanismo de aprendizado de máquina com emails, fotos e atividades de redes sociais das pessoas, analisando como ela pensa e age.

Assim, é possível fornecer uma cópia digital de uma pessoa real, e ela pode interagir via chatbot, vídeo digitalmente editado ou ainda como um robô humanoide.

No laboratório de robótica Intelligent Robotics, da Universidade de Osaka, no Japão, já existem mais de 30 androides parecidos com humanos, inclusive uma versão robótica de Hiroshi Ishiguro, diretor do setor.

O cientista vem inovando no campo de pesquisa de interações entre humanos e robôs, estudando a importância de detalhes, como movimentos sutis dos olhos e expressões faciais.

Quando Ishiguro morrer, segundo o próprio, ele poderá ser substituído pelo seu robô para dar aulas aos seus alunos, mesmo que esta máquina nunca seja realmente ele e nem possa gerar novas ideias.

Fonte: CNET

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